- INSTITUTO CAMÕES - Exposição de Pintura de Jorge Valdivia Carrasco - Avª da Liberdade 270
- Artistas
- Jorge Valdivia II
- Data de início
- 16 de Novembro de 2012
- Data de fim
- 14 de Dezembro de 2012
A Embaixada do Peru e o Instituto Camões organizam uma exposição da vida e obra do pintor peruano Jorge Valdivia Carrasco, que inaugura dia 16 de Novembro de 2012 às 18h30.
Avenida da Liberdade, 270 Lisboa.
Tel: (+351)213109100 www.instituto-camoes.pt
Esta exposição estará patente ao público até 14/12/2012, todos os dias úteis das 10h30 / 12h30 e das 14h30 / 17h30.
Jorge Valdivia nasceu no Peru e vive na Alemanha há mais de três décadas. Desde muito jovem que se interessa pela pintura, exercendo sempre profissionalmente esta actividade artística. Com uma sólida formação e enorme criatividade a sua obra evoluiu em incessante busca de uma expressão própria, tendo atingido o seu trabalho um nível de qualidade e reconhecimento que lhe permitiu integrar a Associação Internacional de Artes Plásticas da Unesco em Paris.
Carlos Germán Belli, Prémio Iberoamericano de Poesia – Pablo Neruda, em 2006, dedicou a Jorge Valdivia um poema, publicado na revista de arte “Sibila 26” em Janeiro de 2008, que assim termina: “…De quien tiene delante un cuadro tuyo / Donde renace un clássico / Y el contemplador boquiaberto tórnase / En alguien que descubre al fin el arte.”
Carlos Germán Belli também referiu…“Admirar os quadros de Jorge Valdivia Carrasco implica um acto duplo, como seja contemplar a arte de um mestre antigo e a arte de um mestre moderno: cada uma das suas obras é a representação de uma tela do primeiro, graças ao arguto pincel do outro. No entanto, esta dupla descoberta imediatamente deixa de o ser, sendo uma coisa só no gozo estético alcançado pelo contemplador, em cuja retina convergem o atraente cromatismo, a cuidadosa concepção das imagens, as alheias e as próprias, e um assombro infinito por tudo aquilo.
Creio que a admiração que Jorge Valdivia professa pelos seus mestres renascentistas é-nos por ele inculcada, ainda que nós apreciemos para além disso e com igual fervor a sua arte singular. Assombra-nos, quer pelo dom de reproduzir com fidelidade modelos pictóricos ancestrais quer pela ousadia de os transgredir com o fogo da sua fantasia, quer ainda por nos surpreender ao verificar que os estilos de um ontem longínquo podem constituir pontos de partida para outra arte, que nasce graças a um pintor tão exímio e tão imaginativo, que deveras poucos como ele existem hoje."
